Ficha de pesquisa
B
A efectuar até à aula de terça-feira, dia 22 de Janeiro de 2008
B1: A catástrofe
O que se entende pela “catástrofe” no âmbito da tragédia classica?
http://www.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/C/catastrofe.htm
B2: O drama romântico
Procure encontrar argumentos de Victor Hugo que o levam a contestar a concepção da tragédia clássica como Aristoteles a definiu.
de: http://www.espacoacademico.com.br/046/46coliveira.htm
B3: Os gregos clássicos:
Aponte alguns factos relevantes sobre estes três autores clássicos:
- Sófocles
- Ésquilo
- Eurípedes
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3focles
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89squilo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eur%C3%ADpedes
B4: A personagem “Frei Luís de Sousa”
Tente descobrir alguns factos das vidas de Manuel de Sousa Coutinho e de Frei Luís de Sousa. Em que aspectos eram parecidos, em que pontos divergem?
- vida militar, vida religiosa, relações de parentesco adquiridos, orientação política no cenário do domínio espanhol em Portugal,
Link: http://atelier.hannover2000.mct.pt/~pr304/Personalidades/FREI%20_LUIS%20_DE%20_SOUSA.htm
B5: O Liberalismo
Tente definir o período em que viveu Almeida Garrett:
http://www.arqnet.pt/portal/portugal/liberalismo/index.html
Janeiro 21, 2008 ás 7:17 pm
B1
A catástrofe é, na lógica da tragédia clássica, o evento ou os eventos dolorosos e funestos que acontecem em cena, correspondendo a ferimentos ou mortes.
B2
- O drama romântico deveria caracterizar-se, enquanto procedimento artístico, pela mistura de géneros (abolição de fronteiras entre a comédia e a tragédia que, quando isoladas, só produzem, de um lado, “abstracções de vícios, de ridículos”, ou, de outro, “abstracções de crime, de heroísmo e de virtude”). Apenas a mistura destes dois géneros poder representar o homem moderno em toda sua plenitude.
- “Se tivéssemos o direito de dizer qual poderia ser, em nosso gosto, o estilo do drama, quereríamos um verso livre, franco, leal, que ousasse tudo dizer sem hipocrisia, tudo exprimir sem rebuscamento e passasse com um movimento natural da comédia à tragédia, do sublime ao grotesco; alternadamente positivo e poético, ao mesmo tempo artístico e inspirado, profundo e repentino, amplo e verdadeiro.”
B3
Sófocles (496 a.C.-406 a.C.) foi um dramaturgo grego, um dos mais importantes escritores de tragédia. Reduziu a importância do coro no teatro grego, relegando-o ao papel de observador do drama que se desenrola à sua frente. Também aperfeiçoou a cenografia e aumentou o número de elementos do coro de 12 para 15. A sua concepção teatral foi inovadora e elevou o número de actores de dois para três.
Ésquilo (525 a.C. – 456 a.C.) é considerado o fundador da tragédia. Ao longo da sua vida assistiu à consolidação da democracia ateniense, tendo posteriormente viajado para Siracusa, onde terá travado conhecimento com os místicos pitagóricos. Na sua obra destaca-se a importância dada ao sofrimento, narrando as sagas dos Deuses e dos Mitos. Segundo a tradição, a sua morte deu-se quando uma águia, confundindo a sua cabeça calva com uma pedra, deixou cair uma tartaruga, com objectivo de partir a carapaça, matando-o.
Eurípides (485 a.C. – 406 a.C.) foi um poeta trágico grego. Foi autor do maior número de peças trágicas da Grécia que chegaram até nós: dezoito no total. Alguns críticos chamaram-no de “filósofo de teatro”, mas não há certeza se pertenceu a alguma escola filosófica. Para Eurípedes, os mitos (elementos vitais da tragédia) eram apenas colecções de histórias cuja função era perpetuar crenças sobre concepções primitivas. Por tal motivo, opta por relatar nas suas tragédias a história dos negados e/ou vencidos.
B4
Frei Luís de Sousa (1555-1632), foi um dos mais finos estilistas da língua portuguesa. O seu nome original era Manuel de Sousa Coutinho. Militou na religião de Malta, esteve prisioneiro dos Mouros e foi levado para Argel. Readquiriu a liberdade ao fim de um ano, voltou ao reino. Em 1583 casou com D. Madalena de Viihena. Em 1600 (Portugal estava sob o domínio espanhol), vivia na vila de Almada, quando surgiu a uma em Lisboa. Para que os espanhóis não viessem residir para o seu palácio, lançou fogo a todos os haveres.
Fugindo às autoridades castelhanas, contra as quais desobedecera, embarca para a América, onde se demora quatro anos. (Tudo quanto se refere ao aparecimento de D. João de Portugal, o Romeiro, é pura fenda, que só teve o mérito de proporcionar ao grande Almeida Garrett a elaboração de uma obra-prima do teatro português: Frei Luís de Sousa.) De comum acordo, em 1613, separa-se de sua mulher e ambos vestiram o hábito dominicano. As suas obras capitais são: “Vida de Frei Bartolomeu, dos Mártitires”, “História de S. Domingos” e “Anais del-rei D. João III”.
B5
O Liberalismo foi um período da história de Portugal que começou no reinado de D. Maria I (1777) e terminou em 1926. Alguns acontecimentos importantes desta época:
- As invasões francesas e a fuga da corte portuguesa para o Brasil (1807-1820)
- A Revolução Liberal e a Constituição (1820-1822)
- A Independância do Brasil (1822)
- A morte de D. João IV e a crise sucessória (1826-1832)
- A Guerra civil entre liberais e absolutistas (1832-1834)
- O estabelecimento de um regime cartista (liberal)
- A Regeneração (1852-1868)
- O Fontismo (1868-1889)
- O Ultimato Inglês e a Implantação República (1890-1910)
Janeiro 22, 2008 ás 12:21 am
Deste também uma grande ajuda para a aula de amanhã. Quem leu as tuas respostas fica bem preparadinho para a aula. Bom trabalho!
Frank