Arquivo de Janeiro, 2008
Aula do 29-01-2008
Janeiro 29, 2008Ficha de pesquisa B
Janeiro 17, 2008Ficha de pesquisa
B
A efectuar até à aula de terça-feira, dia 22 de Janeiro de 2008
B1: A catástrofe
O que se entende pela “catástrofe” no âmbito da tragédia classica?
http://www.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/C/catastrofe.htm
B2: O drama romântico
Procure encontrar argumentos de Victor Hugo que o levam a contestar a concepção da tragédia clássica como Aristoteles a definiu.
de: http://www.espacoacademico.com.br/046/46coliveira.htm
B3: Os gregos clássicos:
Aponte alguns factos relevantes sobre estes três autores clássicos:
- Sófocles
- Ésquilo
- Eurípedes
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3focles
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89squilo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eur%C3%ADpedes
B4: A personagem “Frei Luís de Sousa”
Tente descobrir alguns factos das vidas de Manuel de Sousa Coutinho e de Frei Luís de Sousa. Em que aspectos eram parecidos, em que pontos divergem?
- vida militar, vida religiosa, relações de parentesco adquiridos, orientação política no cenário do domínio espanhol em Portugal,
Link: http://atelier.hannover2000.mct.pt/~pr304/Personalidades/FREI%20_LUIS%20_DE%20_SOUSA.htm
B5: O Liberalismo
Tente definir o período em que viveu Almeida Garrett:
http://www.arqnet.pt/portal/portugal/liberalismo/index.html
Ficha de pesquisa A
Janeiro 17, 2008Ficha de pesquisa
A
A efectuar até à aula de terça-feira, dia 22 de Janeiro de 2008
A1: A fábula:
Procure definir o papel da fábula na tradição clássica, e tente identificar as suas características principais.
de: http://www.sabermais.info/2007/04/21/fabula/
de: http://www.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/F/fabula2.htm
A2: A tragédia grega antiga
Tente definir por palavras suas quais são os ingredientes de uma boa tragédia à maneira de Aristóteles!
de: http://faroldasletras.no.sapo.pt/frei_luis_de_sousa.htm (“Definição de tragédia”)
A3: O mito de Prometeu
Quem foi Prometeu? Qual será a sua importância na literatura?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Prometeu
http://www.geocities.com/Wellesley/Atrium/4886/prometeu.htm
A4: O mito de D. Pedro e Inês de Castro
Lembram-se da história de amor entre Inês de Castro e o príncipe D. Pedro? O que, em sua opinião, o torna invulgar?
Como é que Luís de Camões retomou o assunto n’Os Lusíadas?
http://estagioesdica.no.sapo.pt/estagio.htm
A5: “Os Lusíadas” em “As viagens na minha terra”
Leia a seguinte passagem do capítulo XXVI de “As viagens na minha terra” de Almeida Garrett e tente descrever a relação do autor com a obra de Luís de Camões.
Oficina de escrita
Janeiro 9, 2008Lembram-se, depois da minha aula sobre o capítulo II do Sermão, dei-vos um trabalho de casa, que era tentar perceber a alegoria dos peixes? Houve mesmo alguns alunos diligentes que entregaram os seus trabalhos com pontos de vista bastante interessantes. Como não podia transcrever os ensaios na sua íntegra, ficam aqui algumas citações.
Ainda para dar a hipótese aos alunos restantes de colaborar, pedia-vos que comentassem ou colocassem questões sobre as opiniões das/dos colegas em forma de comentário. Espero que surja uma discussão violenta sobre a questão do destinatário do “Sermão de Santo António aos Peixes”.
Frank Leppert
1 (…) Creio que esta audiência de que se fala se trata dos crentes dispostos a ouvir, obedientescomo os peixes foram a Santo António, mesmo que este tivesse que lhes apontar e repreender os seus vícios. Isto porque o Padre António Vieira diz que pretende falar apenas para essa audiência obediente, que não se deixa “domesticar”, ou seja, influenciar pelos que não pretendem ouvir. (…)
Pedro
2 O Padre António Vieira, através da alegoria dos peixes, dirige-se à parte da sociedade que se deixa pregar e segue a sua vida segundo a palavra de Deus. Tal como os peixes, estas pessoas escutam o pregador. Por vezes, não se convertem totalmente e pecam (…) do mesmo modo que os peixes não se convertem porque não possuem raciocínio
Aline
3 (…) O Padre António Vieira quer pregar o sermão a uma audiência que não se deixa influenciar (“domesticar”) pelos que não estão interessados em ouvir os pregadores.
Miguel
4 (…) António Vieira poderia dirigir-se com a alegoria dos peixes aos Homens da sociedade em geral.
Ana Cláudia
5 (…) Na minha opinião, há uma certa “desvalorização” do Homem em relação ao peixe, o Padre António Vieira coloca os peixes num “patamar” superior.
(…)
Desta forma, o orador prefere pregar aos peixes, (…) o que, na minha opinião é de certa forma “humilhante” para o Homem.
Rosa